terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

2018 foi o Ano da Bunda no Carnaval da Bahia e nos inspírou a fazer a primeira lista dos Carros da Bunda Mais Feia

CARROS DA BUNDA MAIS FEIA 2018

toNY PACHEco


PRIMEIRO LUGAR - O Toyota Prius 2018 ganha, de longe, o título de Carro da Bunda Mais Feia. E se houvesse também a categoria Bunda Mais Esquisita, sem dúvida alguma, ganharia os dois prêmios. Analise. Deixe-se tomar pelo espanto. Fique pasmo. Só pode ter sido um estagiário bêbado que desenhou esta traseira e assim mesmo, estava em fim de expediente numa sexta-feira, ele doido para sair para a balada...



SEGUNDO LUGAR - A Suzuki demorou mas reestilizou o Vitara. Reestilizou para pior. Veja o cansaço deste design. Estas lanternas mandando um recado: "Não estamos aqui para enfeitar carro feio." Sim senhoras, entendemos a mensagem.
 TERCEIRO LUGAR - A Fiat é uma veterana de carros da bunda feia. Quem não se lembra do medonho Bravo com aquela bundona com lanternas sem sentido flutuando no nada... E o Palio de última edição com aquela lanternona ridícula de cima até embaixo, imitando um Volvo mal intencionado. Mas a Fiat fica mesmo é com este veterano Dobló, com esta traseira que pode muito bem receber o título de pior coisa já desenhada no mundo automobilístico. Ou não, pois há os Mahindra...
QUARTO LUGAR - A Ford insistiu e fez a Geração 3 e 1/2 do Focus e manteve a lanterna medonha na traseira. Esta coisa sem explicação com o formato de não-sei-o-quê. Corrigiu a frente e manteve todos os erros atrás. 



QUINTO LUGAR - A Ford está com tudo e não está prosa, como diria o Velho Guerreiro, Chacrinha Barbosa. Ganhou dois prêmios de Bunda Mais Feia 2018. Desta vez com a medonha bunda do Ka Sedan (este nome pronunciado rapidamente é pornográfico, né não?). As formas das lanternas traseiras nos remetem à falta de imaginação. Ao design dos chapados, cambaleante, sem destino. E perguntamos, o quê que é isso, Ford? Está querendo roubar os designers da Toyota?

SEXTO LUGAR - E lá vem a Toyota de novo, com o seu campeoníssimo do mau gosto e do erro de desenho automotivo, o imbatível Etios Sedan. Esta aqui é a fonte na qual a Ford foi beber para fazer a trágica bunda do Ka Sedan. Notem a régua em cima do símbolo da Toyota: distinta, leve, elegante. Distinta como uma bregueira. Leve como um elefante. Elegante como um hipopótamo solto numa loja de cristais da Boêmia. Só não ganhou o primeiro lugar, porque a própria Toyota fez algo pior: o Prius, campeoníssimo deste ano de 2018, O Ano da Bunda.


SÉTIMO LUGAR - Estes japoneses estão com tudo no quesito bunda feia. Aliás, se vocês repararem... Eu ia dizer uma coisa aqui altamente preconceituosa sobre os orientais e suas bundas. Então, vou calar-me para não ser politicamente incorreto. Fiquemos nas bundas dos carros. Que coisa horrorosa é essa que a Mitsubishi vende na traseira da Pajero Full, um carro de mais de 250 mil reais? Olhem as lanternas. Tunadas de fábrica. Translúcidas como não se usa mais desde o ano 2005. Parabéns para quem comprar este erro ambulante: caro e equivocado.

OITAVO LUGAR - E quem disse que americano não faz carro de bunda feia? Faz sim. A Spin da Chevrolet é um primor de mau gosto, com esta bunda chapada, sem nenhuma virtude. Lanternas horrorosas e uma gravatinha Chevrolet de tamanho arrojado como a bater no peito: "Sou assim mesmo, e daí?" Parabéns sua militante dos fundos...

NONO LUGAR - Nissan... Ela não podia faltar. Sempre nos brindando com seus carros sem-noção, sem nenhuma pretensão de um dia arrastar multidões emitindo fitifius invejosos pelas ruas. Quem tem um Nissan March pode saber que nunca será tomado de assalto por nenhum ladrão. Pode deixar este carro aberto com a chave na ignição: ninguém vai levar essa coisa da bunda sem graça.

DÉCIMO LUGAR - Abrimos uma exceção para esta marca de alto luxo e design que é uma verdadeira montanha russa. Faz carros absolutamente espetaculares como o BMW i8, de desenho arrebatador, capaz de despejar em nosso cérebro uma chuva de dopamina e, ao mesmo tempo, faz coisas horrorosas como esta traseira do novo BMW Série 3 e apenas para mostrar que segue a tradição de bunda feia, como a do caríssimo BMW Z4 de 2010. As lanternas do Série 3 têm um problema de simetria crônico, como se quem estivesse desenhando tivesse desistido da tarefa. Passa boi, passa boiada, passa o tempo e a desalmada, mas a BMW continua fazendo traseira sem personalidade que não desperta o tesão de ninguém. Boa sorte para você que não liga para bunda e paga caro por isso.

E até 2019, quando este jornalista dublê de economista, radialista e psicanalista, voltar a denunciar os carros mais feios à venda no Brasil. 

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Você pode não gostar de Trump, mas ele fez o que muitos presidentes brasileiros não gostam de fazer: cumprir a lei.

Sucessivos presidentes americanos, desde 1995, têm adiado a decisão bipartidária (de republicanos e democratas) do Congresso Americano de transferir a Embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e esta lei ainda dava o prazo final para transferência: maio de 1999. Os democratas Bill Clinton e Barack Obama e o republicano George W. Bush simplesmente ignoraram o Congresso e adiaram "ad infinitum" a transferência, como se não fosse uma obrigação. Donald Trump, embora seja um presidente de 99% ações controvertidas, resolveu cumprir o que o povo americano e seus representantes decidiram em 1995 como "obrigação" do governo de Washington. Há quem não goste mundo afora, mas DESTA VEZ Trump está cumprindo a lei e a vontade do povo americano.


TRUMP, JERUSALÉM E A VERDADEIRA HISTÓRIA

TonY PaCHeco

A atitude do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital do Estado de Israel, promete esquentar a já quentíssima arena internacional nos próximos meses. A maioria dos chefes de Estado do mundo preferia que Trump não tivesse feito isso, pois continuam a temer que os árabes voltem a usar o fornecimento de petróleo e o terrorismo como armas contra todo o planeta. Mas, antes de decidir se Trump acertou ou errou, temos que ver a História por trás da disputa por Jerusalém entre judeus, cristãos e muçulmanos. Quem, realmente, tem o direito histórico de reclamar a cidade?


CIDADE CONFLAGRADA

Os judeus pretendem que sua ocupação da região de Jerusalém remonta a 4 mil anos antes de Cristo, mas de histórico mesmo se tem que a cidade foi capital de reinos judaicos a partir dos anos 900 antes de Cristo, primeiro com Davi e depois com seu filho Salomão e daí por diante, sempre historicamente falando e não por tradição religiosa, as diversas tribos judaicas ocuparam Jerusalém e cercanias até 135 depois de Cristo.
Neste ano 135 d.C., o imperador Adriano, de Roma, resolveu punir os judeus por suas insistentes revoltas contra o Império Romano desde os anos 70 d.C. e finalmente os proibiu de morar em Jerusalém, expulsando todos os judeus da cidade e mudando seu nome para Aelia Capitolina, situação que perdurou até o século VII d.C., passando, inclusive, pelo período do imperador Constantino, de Bizâncio (hoje, Istambul), que manteve a tradição de proibir judeus na cidade e construiu ali os primeiros templos católicos (cristãos), como a Igreja do Santo Sepulcro.
É bom ressaltar que o imperador Adriano era ferrenho opositor dos judeus e dos cristãos, daí ter renomeado Jerusalém e até mesmo a região que passou a se chamar Palestina (“Palaestinae” ou Terra dos Filisteus, povo que combateu os israelenses desde sempre, os mais ferrenhos inimigos dos judeus). Adriano tentou e quase conseguiu ressuscitar a religião dos deuses antigos de Roma (Júpiter, Netuno, Vênus, Urano etc.), em oposição ao deus Jeová judaico e  Deus e Cristo dos primeiros católicos.
Por aí já vimos que quem fundou e ocupou Jerusalém por séculos foram os judeus. Os cristãos só formalizaram uma ocupação da área com Constantino, três séculos depois de Cristo e mais de 1.000 anos depois do rei judeu Davi.
Os muçulmanos foram os últimos a chegar em Jerusalém, no século VII depois de Cristo, até porque sua religião não existia até 622 d.C., ano em que Maomé teria decretado como o início da Era Islâmica, a partir de quando se conta o ano 1 do calendário muçulmano, isto é, quase 1.600 anos depois dos reis judeus Davi e seu filho Salomão.
Agora vem a parte mais irônica (engraçada mesmo) da História com H maiúsculo: os povos que permitiram a volta dos judeus a Jerusalém foram, justamente, aqueles que fundaram a religião de Maomé, o Islamismo e seu deus Alá, O Misericordioso. É isso mesmo: os muçulmanos permitiram aos judeus voltarem a Jerusalém depois da proibição romano-bizantina que durou séculos.
Depois veio o tempo das Cruzadas, quando reis católicos da Europa Medieval tentaram recuperar Jerusalém das mãos dos muçulmanos. E, neste período, os católicos cristãos cortaram a cabeça de muitos islamitas, como os islamitas hoje em dia fazem com os cristãos. Cruzados cristãos e ocupantes maometanos de Jerusalém promoveram carnificinas muito piores do que as romanas ou do que as das guerras recentes.
E o “povo palestino”? É uma invenção da Guerra Fria entre Estados Unidos (apoiando Israel) e a então União Soviética (hoje Rússia, apoiando os países árabes). Não existem egípcios, marroquinos, sírios, jordanianos, iraquianos, libaneses, líbios, yemenitas, omanitas, argelinos, tunisianos, sauditas ou palestinos. Todos os povos que vão do Marrocos até o Iraque são árabes, divididos por questão de conveniência imperialista entre Inglaterra e França, os dois grandes impérios do final do século XIX (anos 1800) e meados do século XX (anos 1900). Rússia e EUA apenas tomaram o lugar daquelas duas potências e dividem os árabes para melhor dominá-los e, claro, ao seu petróleo.
O que os ativistas islâmicos hoje em dia chamam de “povo palestino”, na verdade são os árabes jordanianos que moravam na Cisjordânia de 1948 a 1967, e os árabes egípcios, que moravam na Faixa de Gaza durante o mesmo período. Depois que sete nações árabes se uniram para invadir Israel e destruir o recém declarado Estado Judeu, em 1948, e depois da guerra de 1956 na região do Canal de Suez (Egito), os árabes perderam militarmente e aí começou a guerra política e diplomática e fundou-se, no início dos anos 1960, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), usando, justamente, o nome que também o imperador Adriano de Roma usou, só para fustigar os judeus: “palestinos”, uma criação de marketing muito inteligente, mas sem nenhum significado histórico, étnico ou cultural que seja. O intuito é apenas pirraçar os judeus, pois palestinos são apenas jordanianos e egípcios e todos não passam de árabes, uma única nação que vai do Marrocos ao Iraque. Palestino é uma jogada política para ganhar uma guerra que foi perdida pelos árabes nos campos de batalha.

RESUMO DA ÓPERA

Jerusalém é, historicamente, a capital não de todos, mas da maioria dos judeus, desde quase mil anos antes de Cristo. E com exceção de alguns séculos em que o Império Romano e o Império Bizantino mantiveram os judeus afastados, à força, de Jerusalém, a cidade sempre foi habitada pelas diversas tribos judaicas.


Já Donald Trump é o presidente dos EUA mais controvertido e com idéias mais reprováveis de todos os tempos, mas está fazendo a primeira coisa certa do seu mandato inútil até agora: está consertando maldades históricas de várias nações contra o povo judeu e devolvendo aos judeus sua capital histórica. Só isso. Podem jogar pedra nesta Geni chamada Trump, mas não por reconhecer Jerusalém pelo que ela realmente sempre foi, a capital da maioria das tribos judaicas.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

PETIÇÃO CONTRA AUMENTO DOS PLANOS DE SAÚDE DE IDOSOS: É SÓ USAR O ENDEREÇO ABAIXO. SÓ LEVA MEIO MINUTO.



http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR102629

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

NÃO VI PRECONCEITO DA RENAULT. VI DESCONSTRUÇÃO DE PRECONCEITO.

tonY paCheco 

O sujeito que fala de preguiça nordestina fica imediatamente desmoralizado pelo anúncio. E o que trata da lentidão baiana é desmoralizado também pela prontidão do motorista baiano. Vou rasgar meus diplomas de Psicanálise e Jornalismo e vou voltar a estudar, pois acho que desaprendi...

Por favor, usem este link abaixo. No rodapé do link tem os dois anúncios. Peço que confiram se estou totalmente errado ou se este site vejapolitica.com.br é que está forçando a barra.

http://vejapolitica.com.br/index.php/2017/08/29/vergonha-renault-lanca-campanha-preconceituosa-com-o-nordeste/

quarta-feira, 31 de maio de 2017

CORRA PARA VER O FILME "CORRA!" E APROVEITE E SEJA UM CIDADÃO-MODELO E VEJA "O CIDADÃO ILUSTRE"

toNY paCheco


Ontem, tivemos a oportunidade de frequentar o Circuito de Cinema de Arte de Salvador e, que grata surpresa! Há filmes neste circuito infinitamente melhores que idiotices como "Alien - Covenant" ou "Velozes e Furiosos 8", duas imbecilidades nas quais perdi meu suado dinheirinho. Em "Corra!" (em cartaz no Espaço Itaú de Cinema na Praça Castro Alves) o racismo é tratado de uma maneira que mistura mastodôntica tragédia e pitadas de comédia, mantendo nossa atenção na tela num suspense contínuo. Já em "O Cidadão Ilustre" (Cinema da UFBA, na Faculdade de Educação no Vale do Canela), a reflexão em forma bem humorada é sobre um argentino que ganha o Prêmio Nobel e volta à sua terra natal para ser vítima de uma avalanche de inveja, preconceito, despeito, oportunismo, escorcha, rancores e todos os piores sentimentos que humanos vencedores despertam nos seus conterrâneos. Duas obras primas, cada uma no seu quadrado. Imperdíveis! Ah, em todos os dois cinemas tem lanchinhos superlegais, mas só no Espaço Itaú tem cerveja Heineken hehehehehehhe
Para ver os horários, vá para http://www.itaucinemas.com.br/home/ e http://www.saladearte.art.br/